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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Bruno Moraes

Quanto a mim, os jogadores, independentemente da sua idade, deveriam tentar perceber a lógica de gestão dos clubes onde estão inseridos. Isto funciona tanto para as maiores estrelas como para o mais humilde jogador.

O Buno Moraes é um caso de negligência profissional. O FCPorto nunca escondeu a sua política de gestão quanto a jogadores rebeldes ou, mais suave, irreverentes. O Bruno Moraes teve oportunidades que justificou. Mas, lesão atrás de lesão foi ficando para trás o que obviamente lhe trouxe consequências a nível das primeiras escolhas. Teve inclusivamente oportunidade de reinicar o seu bom rendimento em equipas de ambição mais humilde mas com grande posicinaomento no seu país, designadamente o Guimaraes e o Sandard de Liege. Não aceitou pelas, segundo o próprio, limitadas condições salariais. Quando se arrependeu era tarde.

Veio agora reevindicar junto do sindicato dos jogadores o seu direito a estar na equipa principal. Conhecendo como conheçço o meu clube, não vai ter sucesso e compromete o seu futuro junto do FCPorto.

Quanto a mim, os clubes têm de ser inflexiveis quando os jogadores colocam a sua próprioa vontade acima dos seu próprio clubes. E neste campo o FCPorto não mostra piedade.

Mas também há-que dizer que o nosso clube é tão impiedoso quanto misericordioso. Exemplos como o Vitor Baia e o Jorge Costa deveriam ser um guia para todos os jogadores. Agiram mal e desrespeitaram o clube mas o mesmo actuou pedagogicamente tornando-os das maiores referências do FCPorto que ainda hoje estão bem vivas.

Oldie.

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