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quinta-feira, 29 de maio de 2008

Onde há fumo há fogo...

Há poucas semanas um grupo de alegados adeptos portistas fazia pressão junto do Paulo Assunção às portas do centro de estágio portista de um modo pouco gentil.

Certo é que não foi a forma mais recomendável de conseguir que um jogador renovasse contrato. De qualquer maneira veio provar que os adeptos portistas não andam a dormir. Como se costuma dizer, onde há fumo, há fogo. E o fogo deflagrou hoje como noticiou o site do jornal "O Jogo":

Paulo Assunção rescinde contrato unilateralmente

O médio brasileiro Paulo Assunção informou hoje o FC Porto, a Liga Portuguesa de Futebol Profissional e a Federação Portuguesa de Futebol da rescisão unilateral do seu contrato com o clube “azul e branco”, ao abrigo da Lei Webster. A este respeito o FC Porto, no seu “site” oficial, emitiu o seguinte comunicado: “O jogador Paulo Assunção informou a Administração da FC Porto – Futebol, SAD que põe termo, sem justa causa, ao contrato de trabalho desportivo que o liga a esta sociedade. Esta medida tem efeitos já no final da época em curso. A comunicação de Paulo Assunção foi efectuada nos termos do Artigo 17º. das ‘Regulations on the status and transfer of player’ (Lei Webster), aprovadas pelo Comité Executivo da FIFA”. Ou seja, a Lei Webster permite a um jogador rescindir contrato unilateralmente após três anos num clube, para representar um clube estrangeiro, tendo para isso de indemnizar o clube onde estava pelo valor dos vencimentos que teria direito a receber por mais um ano que tinha de contrato.

Fonte: Site Jornal "O Jogo"



Este é um caso de mais um jogador valorizado unica e exclusivamente porque o FCPorto investiu e apostou nele. Contratou-o, fê-lo rodar na Grécia para ganhar maturidade para entrar no ritmo competitivo da equipa titular portista, o FCPorto ofereceu-lhe melhorias conratuais significativas para renovar o contrato e o reconhecimento foi o que vimos hoje.

Normalmente os jogadores ou treinadores que saem em choque com o FCPorto não têm uma vida fácil. E não tem a ver com alguma perseguição do FCPorto mas sim pela péssima gestão de carreira que fazem como é o caso do Zahovic que depois de sair do nosso clube perdeu toda o reconhecimento que conseguiu. Inclusivamente acabou a carreira no Benfica que é o pior que qualquer jogador pode pedir. Quanto aos treinadores temos o caso do Mourinho que depois de ganhar a Champions com o FCP tinha a obrigação de ganhá-la novamente todos os anos com uma equipa com o orçamento do Chelsea. Ele ficou com os milhões, nós com os titulos...

Oldie.
(dragoesdosul@gmail.com)

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